Uma, traquecardeou-me
Algumas, retiraram-me as forças
Aquela, foi sem vontade
Nela, não quero mais voltar.
Procuro ELA!!
Onde o beijo apenas será beijo
Onde o beijo apenas dure!
Achei!
(Ao som de "La Edad Del Cielo", Jorge Drexler.)
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domingo, 30 de novembro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Ciclo
DemorouEnfim no meu braço
Medo
Inexperiência
Não saber o que fazer
Do mesmo jeito que chegaste
Ficaste
Sem intenção
Sem invenção
Simplesmente chega e fica.
Um telefonema
Uma cobrança?
Um pedido?
Quando vem me ver?
Corre para os braços
Beijos
Afagos
Saudade
Laços
Assim a vida dá sequência na vida!
Como disse um amigo:
É muito importante renovar esse ciclo sempre que (im)possível!
quarta-feira, 2 de julho de 2014
domingo, 22 de junho de 2014
Assim tá bom!
Tem como pensar em família e não pensar em mãe, pai, Chico e Nádia?
Tem como pensar em filhos e não pensar em Pitoco?
Tem como pensar em uma menina e não pensar em Marilia?
Tem como pensar numa segunda família e não pensar nos Serras e nos Andrades?
Tem como pensar em irmãos da vida e não lembrar de Breno, Zaca, Caco e Cheppo?
Tem como quer aquele abraço com as palavras certas e não lembrar de Dayanne?
Tem como pensar em política e não lembrar de Mano?
Tem como não ficar surpreso com a força que Ciço me deu sem eu esperar?
Tem como ouvir nação e não lembrar do Marco Zero?
Tem como escolher outra parceira sem ser você?
Talvez existam outras respostas, mas no momento, as que possuo são suficientes para continuar acordado para viver.
Ao som de Nação Zumbi, "Um sonho".
Tem como pensar em filhos e não pensar em Pitoco?
Tem como pensar em uma menina e não pensar em Marilia?
Tem como pensar numa segunda família e não pensar nos Serras e nos Andrades?
Tem como pensar em irmãos da vida e não lembrar de Breno, Zaca, Caco e Cheppo?
Tem como quer aquele abraço com as palavras certas e não lembrar de Dayanne?
Tem como pensar em política e não lembrar de Mano?
Tem como não ficar surpreso com a força que Ciço me deu sem eu esperar?
Tem como ouvir nação e não lembrar do Marco Zero?
Tem como escolher outra parceira sem ser você?
Talvez existam outras respostas, mas no momento, as que possuo são suficientes para continuar acordado para viver.
Ao som de Nação Zumbi, "Um sonho".
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Isso aqui também é viver!
![]() |
| A menina Naya segurando o trabalho-arte de Débora Assunção. |
Desde adquiri o filtro de sonhos que a vida na madrugada é a mesma, dormir, somente isso. Não há idas ao banheiro, ataques à geladeira nem pausas para sonhar ou acordar assustado após pesadelos. Conversas noturnas com amigos nas redes sociais faz parte do passado. Coincidentemente à aquisição do filtro, o ato de dormir se tornou apenas dormir.
As crianças dirão que é por causa do filtro; os adultos, que me livrei de algum problema. Mas e eu, o que acho? (Estou com os pequenos!).
Quando enfim os olhos resolveram coloborar, parti para minhas obrigações.
No momento em que percebi meus olhos abertos, fui em direção da janela, como de costume, para ver a vida enquanto tomava meu café da manhã.
De um lado carros, do outro uma bolha de calor, à frente pessoas caminhando para seus compromissos e atrás de mim, minha cama. Resisti e fui, como todo "ser normal", conquistar o pão nosso de cada dia. No entanto, diante do que vi pelo janelão da Demócrito, ir de carro seria inviável. Bicicleta? Ainda não quero virar pasta no asfalto. Transporte coletivo era a solução. Fone no ouvido e lá vou eu para meu dia atipico.
O ônibus não demorou, como de costume. Nada nesse dia foi "como de costume".
O coletivo veio cheio, mas não lotado e em poucos minutos estava vazio. Eu fui sentar-me no banco alto, como faz todo bom moleque. De lá podia ver o longo congestionamento a frente. Via também que o motorista do ônibus no qual eu estava, era um mescla de kamikaze com Ayrton Senna. Surpreendentemente ele não matou ninguém e só andou pelo lado da sombra.
Foi desse lado que senti aquela gostosa brisa matinal e natural que pensei ter sido extinta; que pude perceber um senhor sentado numa cadeira de rodas na frente do hospital pegando sol, enxerguei esse mesmo senhor tirando a camisa branca de doente após passar por ele um jovem marrombado, o senhor bateu no peito e exclamou: Aqui sim há saúde! O marrombado olhou e sorriu, assim como fizeram os enfermeiros que o acompanhavam. Ainda nesse longo parágrafo, pude ver uma família que quero para mim: marido e mulher sentados tendo em seus colos o casal de gêmeos. O menino logo me "deu legal", fazendo com que eu sorisse e respondesse da mesma maneira. Para a menina, que me olhava escondida, eu "dei tchau", a sua reação foi esconder-se de baixo das assas do pai impedindo que seu sorriso timido fosse visto por todos.
Mais adiante vi uma jovem deficiente visual parada esperando alguém vir ajuda-lá a atravessar a movimentada avenida. Eis que a ajuda veio. Um jovem que dirigia um carro, ligou o alerta, parou o carro e foi prestar-lhe-a ajuda. Ela abriu um enorme sorriso, enquanto isso, Ayrton Senna kamikaze, jogou o ônibus para a outra faixa para não colidir com o carro do jovem. Ambos ficaram por alguns segundos se encarando, enquanto isso, a jovem esperava ser conduzida até o outro lado. Naqueles longos segundos de duelo de faroeste, o motorista kamikaze respirou fundo, enxugou o suor do rosto e, para minha surpresa, ficou de pé para aplaudir o gesto do rapaz. Ao sentar-se, atravessou o ônibus na pista de maneira que a jovem pudesse ser conduzida até o outro lado tranquilamente.
Desta mesma maneira o jovem voltou para o carro e se foi. Desta mesma maneira o motorista passou a conduzir o transporte coletivo. Desta mesma maneira minha vida seguiu.
A minha saída foi manter a vibe também nos ouvidos. Apertei o play para Arlindão (Arlindo Cruz) e mantive a frequência ouvindo "O Bem".
quarta-feira, 26 de março de 2014
Cria!
Na ciranda da vida tudo é mudança
tudo está em movimento, em transformação
poucos sabem seu lugar
poucos percebem onde estão.
Numa semana estranha
mais uma vez me estranhei com algumas partes das vidas alheias.
Com o conflito, andarilhei na imensidão de mim e pude, mais uma vez enxergar, de quem sou cria!
Eis o motivo do estranhamento: ser um, originado de dois, todos em constante mudança.
Havendo somente na raiz forte, o norte: viver sem trapacear!
Disso que sou cria, deles que sou parte!
tudo está em movimento, em transformação
poucos sabem seu lugar
poucos percebem onde estão.
Numa semana estranha
mais uma vez me estranhei com algumas partes das vidas alheias.
Com o conflito, andarilhei na imensidão de mim e pude, mais uma vez enxergar, de quem sou cria!
Eis o motivo do estranhamento: ser um, originado de dois, todos em constante mudança.
Havendo somente na raiz forte, o norte: viver sem trapacear!
Disso que sou cria, deles que sou parte!
quarta-feira, 19 de março de 2014
Gratidão!
Todo dia é dia de aprender
basta querer
bastar estar atento aos sinais
basta estar conectado consigo.
Um novo significado para uma palavra antiga
uma nova utilização.
Após cada bom momento vivido ela surge sozinha e espontânea, como tudo na vida, e vem representando tudo de uma vez.
Eis aqui a Gratidão!
quarta-feira, 12 de março de 2014
More fire!
Ontem um conhecido
Hoje um amigo
Um amigo que ofereceu ajuda quando ainda era somente conhecido.
Muitos papos fluiram.
Uma realidade diferente: rum, coca sem gelo, bode assado oferecido por mãos sujas de carvão. Festas nas cidades vizinhas regadas por caras feias oriundas de rixas seculares entre duas famílias.
A vida de um caba que honra ser caba foi o que aprendi a respeitar.
- Não brinque com o que não se brinca.
- Mas e o resto?
- More fire!
Hoje um amigo
Um amigo que ofereceu ajuda quando ainda era somente conhecido.
Muitos papos fluiram.
Uma realidade diferente: rum, coca sem gelo, bode assado oferecido por mãos sujas de carvão. Festas nas cidades vizinhas regadas por caras feias oriundas de rixas seculares entre duas famílias.
A vida de um caba que honra ser caba foi o que aprendi a respeitar.
- Não brinque com o que não se brinca.
- Mas e o resto?
- More fire!
quarta-feira, 5 de março de 2014
Tu!
Vi um estanho e lembrei de ti.
Sem motivo aparente, você sorri.
Inclina-se para frente e para trás parecendo ninar-se.
Coloca as mãos no seio e diz: Aí meu Deus, eu vou mijar nas calças de tanto rir!
Coloca as mãos entre as pernas e diz: To ficando sem ar!
Aquele sorriso farto, aquele sorriso que não consegue conter-se, aonde anda?
Sem motivo aparente, ela sempre mostra os dentes e me deixa contente.
Sem motivo aparente, você sorri.
Inclina-se para frente e para trás parecendo ninar-se.
Coloca as mãos no seio e diz: Aí meu Deus, eu vou mijar nas calças de tanto rir!
Coloca as mãos entre as pernas e diz: To ficando sem ar!
Aquele sorriso farto, aquele sorriso que não consegue conter-se, aonde anda?
Sem motivo aparente, ela sempre mostra os dentes e me deixa contente.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Buéca!
Lá vai ele, falando "merda" à doidado
Frases loucas sem sentindo
Gritos no meio da madrugada.
Quantas vezes escutei Mamadeira dizer: Vai maluco, sequelado, retardado, 22!
Quantas vezes vi papai procurando o "louco" que passava as madrugadas gritando pela janela acordando a todos por pura diversão. Só para estorvar
A resposta dele era gargalhar e dizer:Aranha!
Com ele não tem tempo ruim!
Tudo acaba em gargalhada.
Graças a ele lembrei o quanto é bom ser louco, ser pinel, ser feliz!
Ele trouxe para a memória presente a leveza, a felicidade; a minha raiz sofrida, mas sempre sorridente.
A vida é tropical demais para deixarmos nossos sentimentos dentro do paletó europeu!
Frases loucas sem sentindo
Gritos no meio da madrugada.
Quantas vezes escutei Mamadeira dizer: Vai maluco, sequelado, retardado, 22!
Quantas vezes vi papai procurando o "louco" que passava as madrugadas gritando pela janela acordando a todos por pura diversão. Só para estorvar
A resposta dele era gargalhar e dizer:Aranha!
Com ele não tem tempo ruim!
Tudo acaba em gargalhada.
Graças a ele lembrei o quanto é bom ser louco, ser pinel, ser feliz!
Ele trouxe para a memória presente a leveza, a felicidade; a minha raiz sofrida, mas sempre sorridente.
A vida é tropical demais para deixarmos nossos sentimentos dentro do paletó europeu!
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Toc toc toc...
Uns
gostam de gastronomia, outros de ler, aqueles de andar de bicicleta, as meninas
de sair por aí e ela sabe o gosto de cada um presente nas salinhas.
Toda
semana eu a encontro; ela, a música tranquila, suas onomatopeias e agulhas. Conversamos
um pouco, normalmente sobre a minha vida e ela se vai por alguns minutos.
Durante
esse tempo fico deitado fazendo tudo errado. Deveria estar relaxando, com a
cabeça vazia, ouvindo a música, prestando atenção na respiração. Eu até consigo
sentir o efeito de estar ali: fico zen! Entro em outra sintonia e passo a pensar
na vida, na parte boa dela. As letrinhas começam a surgir em minha mente. Pronto!
Mais um texto está sendo produzido lá. Lá a produção é em massa.
Até...
“Toc,
toc, toc, toc, toc, toc”.
Já
sei que ela está a caminho, seus sapatos – sempre com saltos – anunciam a sua
chegada. Poucos segundos depois a luz é acesa e lá está ela sorrindo e eu aqui “tranquilão”.
Lá
vou eu dar início a minha rotina louca. Saio tranquilo da saleta tranquila como
se fosse um monge e assim permaneço o dia todo.
Obrigado
moça!
terça-feira, 4 de junho de 2013
Sobre murros, o muro.
E lá vai ele mais uma vez e sempre caminhar sobre o muro.
Dessa vez ele não fui eu, tão pouco sou eu, nem ao menos serei eu.
É ele outro indivíduo.
Sobre o muro ele conheça a enxergar dois caminhos: lá e cá.
Ao piscar os olhos nota que possui uma pesada mochila nas costas.
Nela há um pouco de sua vida.
Está de partida!
- Aonde vou? - se questiona todo tempo. - Lá ou cá?
Quando enfim toma coragem, pula para lá, mas logo o coração bate mais forte com saudade de cá.
Escala o murro e pula para lá e o coração volta a pulsar mais forte, só que dessa vez com saudade de lá.
- E agora? Destino, vida, forças do além, dá pra dar uma forcinha?
A ajuda não chega e nem vai chegar, pois ele entende que caminhas na companhia de murros que lhe dão a direção, todavia, está sobre a Muralha da China.
- O que isso quer dizer?
- Quer dizer que você ainda vai caminhar muito. Vai ver muitos lados dentro de lá e dentro de cá e quando voltar para, a agora muralha e não mais muro, terá uma longa jornada para frente e para trás.
- Quem disse isso?
- Meu jovem, você está na China, ainda não percebeu? Aqui tudo está em torno da paciência e das longas caminhas (ou jornada de bicicleta) para se chegar no principal: observar o entorno para chegar ao interior!
Dessa vez ele não fui eu, tão pouco sou eu, nem ao menos serei eu.
É ele outro indivíduo.
Sobre o muro ele conheça a enxergar dois caminhos: lá e cá.
Ao piscar os olhos nota que possui uma pesada mochila nas costas.
Nela há um pouco de sua vida.
Está de partida!
- Aonde vou? - se questiona todo tempo. - Lá ou cá?
Quando enfim toma coragem, pula para lá, mas logo o coração bate mais forte com saudade de cá.
Escala o murro e pula para lá e o coração volta a pulsar mais forte, só que dessa vez com saudade de lá.
- E agora? Destino, vida, forças do além, dá pra dar uma forcinha?
A ajuda não chega e nem vai chegar, pois ele entende que caminhas na companhia de murros que lhe dão a direção, todavia, está sobre a Muralha da China.
- O que isso quer dizer?
- Quer dizer que você ainda vai caminhar muito. Vai ver muitos lados dentro de lá e dentro de cá e quando voltar para, a agora muralha e não mais muro, terá uma longa jornada para frente e para trás.
- Quem disse isso?
- Meu jovem, você está na China, ainda não percebeu? Aqui tudo está em torno da paciência e das longas caminhas (ou jornada de bicicleta) para se chegar no principal: observar o entorno para chegar ao interior!
segunda-feira, 13 de maio de 2013
A última dança!
![]() |
| Paula Amazonas e Alexander Sokolov. |
A vida dela sempre foi dançar.
Em muitos lugares
o fez.
Em nenhum momento
deixou a esperança morrer.
E a cada novo dia,
dançava outra vez.
Com os sem
estrutura lá estava ela, dançando outra vez.
- A vida dela se
resume a isso? - perguntam uns.
- Sim! - respondo
eu. - Ela dança!
Contrabalanceia-se na corda bamba da vida, assim como faz o acrobata quando dança de um lado para o outro sobre a fina corda elástica.
É a elasticidade que exige a vida!
Contrabalanceia-se na corda bamba da vida, assim como faz o acrobata quando dança de um lado para o outro sobre a fina corda elástica.
É a elasticidade que exige a vida!
São os movimentos suaves que exige a vida!
A dança segura ocorre depois de com muitos parceiros girar.
E hoje acontece a última dança.
Ela tem que ir.
Ele a segura como nunca havia feito antes.
Não há força, tampouco lágrimas.
Há a certeza de que aquelas longas horas aprendendo a se encaixar
nela valeram a pena!
E quando ela, a quilômetros de distancia percebe isso, fecha os olhos para vê-lo novamente sorrindo enquanto dançava com ela!
Esse sorriso é só dela!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
O Mestre.
O Mestre
Negro!
Chapéu de palha artificial sobre os cabelos grisalhos. Uma vista o trabalho
insalubre deixou toda escura; a outra só tem 20% de sua capacidade, todavia, a
seu alcance é enorme. Roupas simples notoriamente gastas com o tempo. O chinelo
de couro constantemente desliza sobre o piso, o senhor aparenta estar ansioso.
Ansioso para colocar para fora as marcas que a vida lhe deu. Marcas essas que
estão na mão direita que segurou a enxada por muitos anos. Que amarrou a cana,
que consertou motores, que fez barulho batendo palmas nas rodas de coco. Nessa
mesma mão direita, a mão do cumprimento, ainda há os resquícios do cimento que
um dia ajudou a misturar. Nessa mão direita as linhas estão se apagando. A
barba grisalha e por fazer mostra de onde veio. Veio de longe. De um lugar onde
a voz é usada para contar prosas e cantar. Em uma tarde clara de sol, numa
tarde de primavera um senhor veio dar aos acadêmicos uma prosinha. Uma pitada
de luz e alegria iluminou à tarde de certo jovem. Esse jovem lembrou-se de seu
avô. Um avô que só lembra-se vagamente. Que a mente não mente ao lhe dar a
gostosa lembrança de alguns minutos no colo de seu avô ouvindo prosas, ouvindo
coisas da vida sob o olhar de seus pais. Naquele homem com barba por fazer, se
fez o retorno ao passado. Os jovens do presente que o trouxeram o chamam de “O
Mestre”. Os olhos de um jovem se inundam d’água com as frases do Mestre.
-
Hoje em dia o amor é caixão pra casal! – diz O Mestre.
Certos
encontros na vida estão marcados em linhas bem fortes, assim como as linhas da
mão direita do Mestre. O Mestre se diz analfabeto, afinal “só estamos prontos
quando nos passamos”, aí sim estamos alfabetizados. A mesma mão direita com que
escrevo, O Mestre escreveu na terra. A mesma mão direita que junta essas letras
para formar palavras, O Mestre usou para juntar a semente na terra; a cana com
a corda; a água com o pó; a graxa com o motor... Misturou a vida de trabalhos
pesados com a alegria de viver. Trouxe para nós o conhecimento de que somos
todos loucos e para não entrarmos em crise temos que ocupar a cabeça com toda
essa simplicidade de ser, que perpassa pelo vocabulário, pela vestimenta e
pelas atitudes. A sabedoria da vida está na maestria com que percorremos os
caminhos que nos são dados. Nesses caminhos haverá pedras, mas com uma
pitadinha de prosa nós as contornamos. As pedras nos deixaram marcas e apagaram
outras, no entanto, a maestria está em ao final de tudo sorrir, assim como faz
O Mestre.
domingo, 17 de junho de 2012
Numa noite dessas qualquer...
E eu? Ainda te espero chegar.
O sol já vai nos deixando. A lua vai chegando.
Oh friozinho gostoso.
Caminho sozinho entre os casais enamorados que aproveitam o frio para ficarem agarradinhos...
E eu? Ainda de espero chegar.
Uma paradinha para um chocolate quente para aquecer o coração.
Ao respirar aquela fumacinha gostosa.
É hora de colocar um agasalho.
Conversando com Luiz olho pro céu. Vejo como ele está lindo.
A visão do Paraíso.
Abaixando a visão, mais fumaça.
Crianças correm ao redor da fogueira.
Os pais enamoram na porta de casa, observando as crianças, cumprimentando os vizinhos que o mesmo fazem.
E eu? Ainda te espero chegar.
Continuo a minha caminhada.
Entro pela noite. O frio aumenta.
Hora de se reaquecer.
- Amigo, aquela cachacinha, por favor.
Enquanto me deleito os escuto ao longe.
Triângulo, sanfona e zabumba.
E eu? Te espera chegar.
Adestrado farejo as pistas até te achar.
Achei!
Cheguei ao pátio do forró.
Aqui vou encontrar meu amor para me aquecer a noite inteira enquanto forrozamos!
O sol já vai nos deixando. A lua vai chegando.
Oh friozinho gostoso.
Caminho sozinho entre os casais enamorados que aproveitam o frio para ficarem agarradinhos...
E eu? Ainda de espero chegar.
Uma paradinha para um chocolate quente para aquecer o coração.
Ao respirar aquela fumacinha gostosa.
É hora de colocar um agasalho.
Conversando com Luiz olho pro céu. Vejo como ele está lindo.
A visão do Paraíso.
Abaixando a visão, mais fumaça.
Crianças correm ao redor da fogueira.
Os pais enamoram na porta de casa, observando as crianças, cumprimentando os vizinhos que o mesmo fazem.
E eu? Ainda te espero chegar.
Continuo a minha caminhada.
Entro pela noite. O frio aumenta.
Hora de se reaquecer.
- Amigo, aquela cachacinha, por favor.
Enquanto me deleito os escuto ao longe.
Triângulo, sanfona e zabumba.
E eu? Te espera chegar.
Adestrado farejo as pistas até te achar.
Achei!
Cheguei ao pátio do forró.
Aqui vou encontrar meu amor para me aquecer a noite inteira enquanto forrozamos!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
O fantasma que revela almas
A procurar, pouco se move.
Quando o faz é agil.
Tanto que some.
Quando enfim o vejo,
Está imóvel.
Se confunde com uma estátua.
Não respira!
Eis a luz.
O barulho
E o leve movimento
Para olhar a telinha.
Pronto! Esta boa!
Some novamente.
Agora esta procurando o próximo ângulo.
Vai sumir em breve.
Quando o faz é agil.
Tanto que some.
Quando enfim o vejo,
Está imóvel.
Se confunde com uma estátua.
Não respira!
Eis a luz.
O barulho
E o leve movimento
Para olhar a telinha.
Pronto! Esta boa!
Some novamente.
Agora esta procurando o próximo ângulo.
Vai sumir em breve.
terça-feira, 10 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Um recado!
Te olhar e sentir o teu sorrisso!
Caminhar por aí sem a preocupação te de encontrar,
É muito bom.
Pois sei que irei!
Caminhar livre,
Com os sentimentos pulsando!
Com aquele friozinho gostoso na barriga de se sentir!
Uma tensão harmoniosa!
Acontecimentos indefiníveis, indescritiveis.
Não conceituados.
Apesar de estarem no dicionário, na gramática!
Viver não é conceituar!
Viver é estar de bem e a procura do bem,
Mesmo estando mal!
É delirar-se com o delírio!
É não se preocupar cegamente com os outros,
Afinal eles não sentem a dor do tapa,
Nem tampouco o prazer do beijo!
Dá pessoa amada! Para viver, tenho que amar.
Para amar, tenho que de desapegar dos caminhos de outrém!
Para amar, tenho que me apegar a você,
E caminhar pelo nosso caminho!
Por aí, sigo a caminhar,
A procura de quem já sei que vou encontrar,
Mas não do que!
Tudo, ajuda!
Todos, ajudam! E ela, preenche o espaço só dela!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
PÁSSAROS
Ao amanhecer, te escuto cantar.
Som que alumina os meus pulmões .
Prata como o céu.
Que numa manhã chuvosa.
Não põem fim aos meus sonhos.
De ter ao lado meu,
Aquela que ourificará os próximos dias do ano!
Som que alumina os meus pulmões .
Prata como o céu.
Que numa manhã chuvosa.
Não põem fim aos meus sonhos.
De ter ao lado meu,
Aquela que ourificará os próximos dias do ano!
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