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quarta-feira, 2 de julho de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
"Histórias Cruzadas".
Um filme, um recorte, uma visão
foi o que me restou.
Foi tudo isso que vi nesta tarde; numa tarde
que estava perdida, numa tarde de compromissos desmarcados ainda no primeiro
tempo.
Eis aqui um preconceito que não feriu
minha pele. Eis um preconceito que vejo minha mãe e irmão lutarem contra, que
vejo minha irmã “deixar para lá” quando dá. Que muito ouvi papai comentar a
respeito. Que sei que vó Paulo e vô Madá passaram na pele, porém, nunca os ouvi
prosear a respeito.
Abaixar a cabeça, mudar de lugar,
atravessar a rua, ser culpado graças ao tom da pele eram as notas que estavam
na partitura da vida. Era? Vai saber. O que sei é que esse tom me fez quebrar
as regras. Aqui está mais de um texto no mesmo dia. Um pequeno texto. Um texto
que versa sobre algo que deveria estar preso no tempo. Deveria, pois se
estivesse não estaria aqui, escrevendo e enxugando lágrimas.
Não passei por isso, não sou ativista,
não quero mudar o mudo... então, o que quero com esse texto?
Continuar a minha caminhada,
assim como Aibi, com lágrimas na cara, esperança no peito, lápis e papel; só
isso. Continuar a caminhar e escrever acerca o que me faz ter esperança, o que
me faz focar na parte bela da vida, assim como fez o criativo Guido em “A vida
é Bela”.
domingo, 17 de junho de 2012
Numa noite dessas qualquer...
E eu? Ainda te espero chegar.
O sol já vai nos deixando. A lua vai chegando.
Oh friozinho gostoso.
Caminho sozinho entre os casais enamorados que aproveitam o frio para ficarem agarradinhos...
E eu? Ainda de espero chegar.
Uma paradinha para um chocolate quente para aquecer o coração.
Ao respirar aquela fumacinha gostosa.
É hora de colocar um agasalho.
Conversando com Luiz olho pro céu. Vejo como ele está lindo.
A visão do Paraíso.
Abaixando a visão, mais fumaça.
Crianças correm ao redor da fogueira.
Os pais enamoram na porta de casa, observando as crianças, cumprimentando os vizinhos que o mesmo fazem.
E eu? Ainda te espero chegar.
Continuo a minha caminhada.
Entro pela noite. O frio aumenta.
Hora de se reaquecer.
- Amigo, aquela cachacinha, por favor.
Enquanto me deleito os escuto ao longe.
Triângulo, sanfona e zabumba.
E eu? Te espera chegar.
Adestrado farejo as pistas até te achar.
Achei!
Cheguei ao pátio do forró.
Aqui vou encontrar meu amor para me aquecer a noite inteira enquanto forrozamos!
O sol já vai nos deixando. A lua vai chegando.
Oh friozinho gostoso.
Caminho sozinho entre os casais enamorados que aproveitam o frio para ficarem agarradinhos...
E eu? Ainda de espero chegar.
Uma paradinha para um chocolate quente para aquecer o coração.
Ao respirar aquela fumacinha gostosa.
É hora de colocar um agasalho.
Conversando com Luiz olho pro céu. Vejo como ele está lindo.
A visão do Paraíso.
Abaixando a visão, mais fumaça.
Crianças correm ao redor da fogueira.
Os pais enamoram na porta de casa, observando as crianças, cumprimentando os vizinhos que o mesmo fazem.
E eu? Ainda te espero chegar.
Continuo a minha caminhada.
Entro pela noite. O frio aumenta.
Hora de se reaquecer.
- Amigo, aquela cachacinha, por favor.
Enquanto me deleito os escuto ao longe.
Triângulo, sanfona e zabumba.
E eu? Te espera chegar.
Adestrado farejo as pistas até te achar.
Achei!
Cheguei ao pátio do forró.
Aqui vou encontrar meu amor para me aquecer a noite inteira enquanto forrozamos!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A dança!
É nessa dança que eu vou.
Na contra-dança da dança.
No sentir e não agir!
No sentir e se deixar fluir!
Uma música com metais, sopros, uma batera pra marcar.
O baixo para pulsar junto com o coração.
Bum-bum-bum-bum..
A guitarra para arrupiar os pêlos da alma e dar a cadência.
Clé-clé-clé-clé...
A teclado para acompanhar.
As backs para preencher e fazer perceber que com música
se sente, flui e dança.
Se fecha os olhos e vai...
Pronto, flui!
Encontrei a flor na pista e fluímos!
E para quase terminar,
o cantor nos passa o reflexo do que é tudo isso junto!
Parado fico enquanto penso!
Com a flor estou enquanto sinto!
E em poucos minutos
aqueles que também olhavam se deixam fluir.
Pois Pitoco comanda a dança
com seu livre dançar.
Só sente a energia!
E faz todos sentirem quanto é bom dançar se deixando guiar pelo som.
Ao som de Kultiration - banda sueca.
Na contra-dança da dança.
No sentir e não agir!
No sentir e se deixar fluir!
Uma música com metais, sopros, uma batera pra marcar.
O baixo para pulsar junto com o coração.
Bum-bum-bum-bum..
A guitarra para arrupiar os pêlos da alma e dar a cadência.
Clé-clé-clé-clé...
A teclado para acompanhar.
As backs para preencher e fazer perceber que com música
se sente, flui e dança.
Se fecha os olhos e vai...
Pronto, flui!
Encontrei a flor na pista e fluímos!
E para quase terminar,
o cantor nos passa o reflexo do que é tudo isso junto!
Parado fico enquanto penso!
Com a flor estou enquanto sinto!
E em poucos minutos
aqueles que também olhavam se deixam fluir.
Pois Pitoco comanda a dança
com seu livre dançar.
Só sente a energia!
E faz todos sentirem quanto é bom dançar se deixando guiar pelo som.
Ao som de Kultiration - banda sueca.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Sequestraram a minha escrita!
O reflexo da vida está no papel.
Não se consegue fugir.
Até se tenta, mas ela não o deixa!
Como pode ter tanta criatividade refém a ele mesmo?
A sua escrita está sem letras.
As que ele quer não existe.
Volta para o caderno de caligrafia e tenta.
Em vão!
Acha que desaprendeu.
Passa mal até perceber que não.
O momento lhe tolheu-as.
Agora tenta, diminuir a marcha para a primeira.
Assim como um carro velho diante da ladeira de Olinda
respira funda e diz:
- Vamô que vamô! Cheguei até aqui, nada de entregar os pontos!
Nem devagar, nem rápido.
Apenas indo para o outro lado que não se vê!
Não se sabe o certo.
A única certeza é que vai subir
mesmo que para isso bata o motor.
Inverta o sentido!
- Agora lascou, porque eu vou subir!
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Possibilidades
Como é gostoso chegar aqui
e conseguir passar só positividade!
Todas as belezas da vida!
Mas como não consigo fugir
Deste maldito pensamento
Há o outro lado!
Toda a negatividade.
O pessimismo da vida!
Queria conseguir
Só viver com o primeiro!
e conseguir passar só positividade!
Todas as belezas da vida!
Mas como não consigo fugir
Deste maldito pensamento
Há o outro lado!
Toda a negatividade.
O pessimismo da vida!
Queria conseguir
Só viver com o primeiro!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Em primeira pessoa!
Como faz?
Em um dia frio
Encontrar o calor.
Quando tudo esta perdido
Semear a flor.
Respirar
Quando é o ar que me faz morrer
Um pouco a cada dia.
Me levantar e seguir em frente
Quando não há mais força.
Onde encontro?
Que se perde a cada dia que vivo!
Em um dia frio
Encontrar o calor.
Quando tudo esta perdido
Semear a flor.
Respirar
Quando é o ar que me faz morrer
Um pouco a cada dia.
Me levantar e seguir em frente
Quando não há mais força.
Onde encontro?
Paz!
Luz!
Força!
Um abraço!
Algo que me faça reencontrar a vontade de viverQue se perde a cada dia que vivo!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Ao pé do ouvido.
Sonhar!
Deitar a cabeça e se deixar levar!
Pensar em nada!
Sentir a vida diminuir o ritmo.
Passar do frenético para o atempotal.A areia da ampulheta some!
A fome que tenho em mim me devora.
Sentado vendo as paisagens
Sonho no dia em que nelas não haverão
As puras cores.
Só a bela mescla de um dia de Sol
De um dia de Chuva
Em meu caminhar!
domingo, 24 de abril de 2011
No Expressar!
Como fazer?
Escrever?
Pintar?
Falar?
Uma ebulição constante no coração!
Na minh'alma!
Ainda sem saber,
Prefiro tentar seguir sem pensar!
Só caminhar com a poesia no coração!
E os pássarinhos no ouvido!
Sentidos!
Há um menino que se sentia estranho!
Quando estava triste,
Chuva.
Quando estava feliz,
Sol!
Pássaros mudos,
Pássaros cantando!
Hoje, já ciente disso,
Ainda se sente estranho!
Quando estava triste,
Chuva.
Quando estava feliz,
Sol!
Pássaros mudos,
Pássaros cantando!
Hoje, já ciente disso,
Ainda se sente estranho!
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