Braços abertos
Envolvem-te devagar
Encaixe natural
Você aqui.
Quando precisar,
Pode vir
Estão sempre abertos
Para você se-acomodar!
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Links Alheios!
Depois de um fim de semana com sabor de domingo...
Amanheceu como de costume: o
celular gritou que é hora dos compromissos; o corpo clama por cama; a mente
ainda confusa não pensa, é insana e o coração, bombeia paz!
Vinte minutos após o grito do
aparelho externo a mim resolvo cumprir com o combinado.
Lá vou eu levantar cambaleando,
ouvir meu irmão exclamar “ô vidão!”, degustar um breve e saboroso leite com
chocolate, banho e rua.
No caminho, já sem sono e
totalmente conectado ao aparelhinho que contém uma parte significativa da minha
vida, resolvo escutar a trilha do dia, a trilha sonora do momento: Happy.
Assim como todo o conjunto
presente nessa música, lá vou eu simplesmente feliz, assim mesmo, sem
explicação. O que me remeteu a algumas prosas:
- Eaí man? Tudo na paz? –
perguntaram eles. Eaí menino? Tudo bem? – perguntaram elas.
- Tudo um brisa! – aprendi o
amplo significado desta.
- Que bom! Você “tá” bem mesmo
né? Dá para perceber. Qual é o motivo!
Respondi com o meu clássico:
Rapaaaaaaaz, tem não! Só estou bem leve! Matando no peito os problemas e
chutando para longe e deixando no peito os que são bons! Simples assim!
- Bonito isso! Mas fale a verdade. Qual é o
nome dela?
- Dela quem? – questiono.
- Dessa mulher que está te
fazendo ficar assim!
- Tem não! Foi só uma mudança na
maneira de encarar a vida. Passei a não mais encará-la para leva-la (a vida)
comigo!
Uma longa buzina me fez retornar
ao lugar onde deveria estar: atrás do volante e não naquelas nuvenzinhas acima
da cabeça quando estamos imaginado coisas (elas existem também na vida real,
não são exclusivas dos quadrinhos).
Como aprendi em casa e revi com
alguns amigos “doideiras” quando estamos bem as pessoas boas se (re)aproximam e
as coisas boas também. Foi assim que não cheguei atrasado aos meus compromissos
da manhã.
Foi um guarda me deixando passar
aqui, um executivo me dando passagem ali, o semáforo abrindo assim que dobrei a
esquina e por último àquela vaguinha esperta na frente do trabalho.
- Quero mais o quê? Diz aí porque
para mim, está na medida!
Volto para casa e
surpreendentemente não há congestionamento na rua! Mais músicas “alegria,
alegria!” tocam no walkman até que resolvo olhar para o lado.
Um casal de idosos na Avenida Agamenon
Magalhães (que poderiam estar em qualquer grande avenida de
uma grande cidade)
parados pedindo dinheiro. Normal se...
Se a senhora não estivesse
cuspindo no chão.
Normal se...
Se ela não segurasse uma caixa de
remédio, o provável motivo de estar ali.
Normal se...
O senhor ao lado dela (provável marido)
não estivesse com uma sonda.
Normal se...
Ele não segurasse uma vasilha que
deveria haver comida e não esmolas.
Normal se...
Ele não estivesse em pé e TODO enfaixado.
Normal se...
Não desse para ver o sangue
misturado na urina.
Normal?
A vontade de parar o carro e
atravessar as quatro faixas para dar dinheiro era enorme.
A percepção de que meu ato não
seria o suficiente era enorme.
O silêncio era enorme.
A vontade de chorar também.
Podia ouvir a vida em alto e bom
som me questionar:
- Eaí novinho, vai fazer o quê?
Outra buzina me trouxe a
realidade. Ainda olhando para o casal ao lado acelerei. Mais adiante liguei o
foda-se. Parei o carro, liguei o alerta e desci. O agente de trânsito me olhava
querendo entender.
Abri a carteira e dei tudo o que
tinha. Abri o coração e abracei ambos. Abri a consciência e, em lágrimas,
perguntei:
- Precisa de mais alguma coisa?
O senhor acariciou-me a face e
disse:
- Vá com Deus, meu filho! Sawabona!*¹
- Shikoba!*²
Voltei para o carro com um
embrulho na alma e ainda sem conseguir segurar as lágrimas. Lembrei-me dos meus
pais. Lembrei-me dos seus ensinamentos de agradecer SEMPRE! Enquanto agradecia
escutei alguém batendo no vidro do carro. Era o agente. Quando olhei para o
lado, ele chorava mais do que eu.
- Não sei se te agradeço ou
reclamo contigo. – disse o homem que faz as vias fluírem.
- Por quê?
- Porque estou aqui desde as seis
horas da manhã, vi esse casal chegar por volta das sete, me incomodou, mas não
a ponto de ajuda-los e deixei para lá. Vá com Deus rapaz. E fique tranquilo que
a multa será rasgada.
- Fico com Deus e com a consciência
tranquila, pois cada um faz o que pode, quando pode. Você está fazendo as vias fluírem.
Já é alguma coisa, não?
Deixei a partida e parti. Mas não
mais ao som de Happy. Era tudo vácuo, era a ausência de algo que nem sabia mais
se existia ou não.
De repente eles surgem me
fortalecendo mais uma vez, Emicida e Rael.
“... às vezes não tem motivos para seguir
Vai, levanta e anda, vai levanta e anda!“
O literal não podia ser feito, então dobrei a esquina e deparei-me
com o congestionamento. Tudo o que não queria estava lá. Quando menos
movimento, mais tempo para estar imerso nas nuvenzinhas acima de mim, o que não
seria deleitoso.
Tentava fugir das nuvenzinhas que se aproximavam de maneira
perigosa eis que O Rappa veio até mim com as suas crianças e, se fosse mais
evangélico diria que enxerguei a luz, como não sou apenas olhei para o céu que
me apresentava à vida, que me apresentava um pouco dos meus ideais.
A minha frente, no meu caminho, o céu estava azul; a
noroeste, o céu era tempestade, no desvio do meu caminho!
Basta escolher: continuar meu caminho (sem desconsiderar o
quanto eu já caminhei) ou fugir do meu caminho pegando um desvio.
No Walkman:
Happy, Pharrell Williams
Levanta e anda, Emicida e Rael
Não perca as crianças de vista, O Rappa
A estrada, Cidade Negra.
Faça bom proveito!
*¹ Sawabona – eu te respeito, eu te valorizo. Você é
importante para mim!
*² Shikoba – então, eu existo para você!
quinta-feira, 6 de março de 2014
Jaula!
![]() |
| (Crédito: Taryn Polieste) |
Aquela enfim sai, enquanto está claro, beijando ela;
Que ontem estava no beco, não mais escuro, aproveitando tudo o que o verão tem para dar-lhe-a;
Nesse beco estavam aqueles que nunca tiveram coragem o suficiente para cheirar aquilo que aquelas meninas de sangue azul usam escondidas em seus closet's;
Closet's que alguns meninos se escondem, só saindo junto com os morcegos;
Morcegos pareciam mais aquelas meninas no alto da escadaria a sugar o néctar dos rapazes e moças;
Moças e rapazes, nesse momento, são conceitos retrógrados;
Retrógrado é aquele que anda por esse período sem algum adereço, que será "emprestado" após uma breve negociação boca a boca;
Boca a boca foi como se fumou e bebeu os mais variados líquidos;
Líquido e mais líquido foi o que transbordou daquele copo que agora encontra-se vazio. Pronto para 2014!
Não é assim que a jaula funciona?
Ano que vem tem mais!
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Bu!
Voltei! Mas não voltei para Recife, tampouco foi a saudade que me trouxe pelo braço. O que me trouxe é o de sempre. Isso mesmo, o de sempre. O que está comigo de manhã quando penso nela, ou em um show quando vejo uma gatinha e volto a pensar nela. Sabe o que é mais curioso meu brother e minha sister? O que está comigo, até mesmo quando durmo também está contigo.
Uma vontade louca de mudar isso tudo que está aí em volta.
Então lhe pergunto: Por que não mudar tudo isso que está aqui dentro? Por que não amenizar um pouco essa louca vontade?
Bora agitar isso aí? Ou seria melhor agitar isso aqui? Bora pendurar mais coisas por aqui? Ah já sei, pow maguinho, os meus dias estão corridos. Tem minha mulher, meu homem, meu filho, a faculdade, a pós, o trampo, o engarrafamento e pra piorar tudo a merda da saudade dela.
Pow véi – em bom recifês – ou seria melhor no meu reto carioquês? Prefiro a segunda opção e é com ela que eu vou… PORRA NIHUMA BROTHER! Bora colocar essas paradas aqui no varal. Dá pra fazer. Ao invés de perder tempo lendo merda na internet, ou perder tempo em conversas banais, rabisca alguma coisa e pendura aqui. Ilustra e pendura também. Canta aí e pendura também. Afinal, quem canta, seus males espanta né? Está sem inspiração? Essa não cola, não rola. Vai pra rua azarar alguém, toma umas brejas, fuma um negocinho, vai fazer amor ou trepar loucamente… sei lá como você arruma inspiração, mas eu só sei que ela está aí. É só inspirar e colocá-la pra dentro brother.
Eai? Vai tratar de pendurar ou vai ficar de mimi e arrumar mais uma desculpa de merda para não mudar dentro? Vai querer ficar mudando os que estão fora é?
Mais tarde eu volto!
Voltei! Ouvi você dizer que não tem habilidade. PARA COM ISSO MANÉ!! Rabisca aí e coloca aqui! Porque tudo nessa vida é questão de ótica. Eu aprendi que roubar era feio, que mentir não vale a pena, mas todo dia tem um santo fdp que me ensina que depende muito de como você encara as coisas, o que não dá é ficar parado(a) vendo a vida passar. Isso só é bonitinho na música e só é bonitinho porque o cara ficou vendo a vida passar cantando coisas de amor, aí sim vale a pena. O cara estava era se inspirando para rabiscar. Sendo assim…
RABISCA A PORRA DO PAPEL E PENDURA!
terça-feira, 4 de junho de 2013
Um pedido.
Graças a Deus está chegando a hora do São João, pois vai ser o momento que ele vai encontrar novamente a fagulha propulsora de sua poesia.
O triste vai voltar a ser alegre.
O feio, belo!
Vai novamente valsar por aí tendo ela como companheira em todas as noites!
Vai novamente valsar por aí tendo ela como companheira em todas as noites!
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Saindo do eixo!
![]() |
| http://www.riobailefunk.net/a-plasticidade-do-funk-e-a-plasticidade-de-mr-catra/#.UY2MT6IWLIc |
-
Capitão, interceptamos uma troca de mensagens de dois elementos.
-
Positivo! Me mantenha informado.
Alguns
minutos depois...
-
Capitão, os dois elementos estão combinando um rolo para mais tarde. Posso
chamar os caveiras?
-
O que eles vão fazer?
-
Vão para uma “festa” aloprar a comunidade. E o Bonde do Levante vai com eles.
O
Capitão pensou por alguns segundos e deu o veredito.
-
Deixa os meninos livres na festa.
-
Mas Capitão, isso vai dá merda!
-
Eu sei!
-
E mesmo assim não vamos fazer nada?
-
Positivo!
-
Ok. – disse o recruta com raiva, pois foi escalado para o plantão em plena
sexta à noite. Justo na noite do funk.
-
Esse recruta ainda tem muito o que aprender! Um desses dois elementos está
retirando o outro da tristeza e justamente por isso hoje vou fazer vista grossa!
– exclamou o Capitão Jesus.
sábado, 2 de junho de 2012
3 anos e 1/2!
Não foi uma escolha.Foi Deus que te colocou em meu caminho.
De início, um estranhamento de um, e um "tô nem aí" da outra.
Um ano se passou e a gente se beijou pela primeira vez.
Foi sem pressa.
Ainda não tenho palavras para descrever.
Bom, gostoso, perfeito, inesperado, apressado, vergonha,
embriagante,
hipnotizante;
uma dádiva.
Muitas histórias. Muitos planos. Muitas brigas, mas quantos sorrisos!
Quantas lembranças gostosas das tardes de verão!
Tudo presente. Muita paixão! Muito amor!
Somos tudo: amigos, amantes, errantes, namorados, professores, companheiros, dançarinos, escritores, comediantes, espíritos... personagens ativos de uma linda história de amor.
Ao fechar os olhos um filme aparece.
Lágrimas e sorrisos.
Loucamente mergulhamos de coração.
Desvendamos algumas camadas do outro e as nossas, graças ao nosso companheirismo.
Ainda não percorremos todas as camadas.
Ainda bem!
Pois, o nosso diferencial é não conseguir colocar um ponto final.
Somos reticências...
O espaço para respirar e dar continuidade ao nosso amor.
Àquele grudinho tão nosso que para os outros, não há individualidade. Mas, você sabe tanto quanto eu que há.
Que a gente se entende com o nosso grudinho gostoso e recorrente e com o nosso espaço, quando preciso.
"Ainda bem que você vive comigo!"
Ao som de "Tão bem", Lulu Santos e "Sinceramente", Cachorro Grande.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
A adição!
Cigana!
Para uns engana,
para outros encanta.
E para você bebe cana,
não cansegue sair da cama
a ponto de molhar o pijama.
Ao amanhecer o mesmo drama.
Está só!
Como explicar o suor
que ainda escorre?
É preciso tomar outro porre
para a mente chegar até você.
E novamente fazer
o que só é permitido nos sonhos.
Para uns engana,
para outros encanta.
E para você bebe cana,
não cansegue sair da cama
a ponto de molhar o pijama.
Ao amanhecer o mesmo drama.
Está só!
Como explicar o suor
que ainda escorre?
É preciso tomar outro porre
para a mente chegar até você.
E novamente fazer
o que só é permitido nos sonhos.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Um convite.
Com a cabeça no mundo da lua
estou sentado na lua.
Vejo tudo tão pequeno.
O mundo construído pelo homem
não é tão grande e cinza como pensei.
Balanço as pernas para ganhar força
e começo a balançar a lua.
Ela é grande, tem muito espaço.
Quer experimentar?
estou sentado na lua.
Vejo tudo tão pequeno.
O mundo construído pelo homem
não é tão grande e cinza como pensei.
É tudo uma questão de ponto de vista.
Balanço as pernas para ganhar força
e começo a balançar a lua.
Ventinho gostoso.
Frio na barriga.
Sensação gostosa!
Ela é grande, tem muito espaço.
Quer experimentar?
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Uma viva esperança!
Na ânsia em te ver
te procuro pela rua
escuto as nossas músicas
revivo o que já foi
ao passar nos nossos lugares.
Acabo descobrindo uma nova palavra
um novo sentido.
Estou anelo!
É exatamente isso.
Um dos conceitos abstratos do dicionário
se equivale ao que sinto:
Desejo ardente acompanhado de ânsia.
Como vou ficar na vontade.
É por isso que também te deixarei.
Vou encerrar por aqui.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Fechando um cíclo.
Delimitar!
Por que precisamos tanto delimitar?
Não queremos ser delimitados
mas queremos delimitar tudo e todos.
Por que?
Deixar o outro ser e se deixar ser
é algo ainda muito difícil de acontecer.
Essa incansável briga entre eu e você
um dia tem que desaparecer.
Então como vamos fazer?
Por que precisamos tanto delimitar?
Não queremos ser delimitados
mas queremos delimitar tudo e todos.
Por que?
Deixar o outro ser e se deixar ser
é algo ainda muito difícil de acontecer.
Essa incansável briga entre eu e você
um dia tem que desaparecer.
Então como vamos fazer?
Ouvindo a voz que vem de dentro!
Ao meu redor
Tudo no plural.
Tudo no plural.
Dentro de mim
Tudo no singular.
Parem! Grito.
Me deixem viver.
Me deixem amar!
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Na estrada de água e terra.
Fadigado
com o coração em pedaços
sofrendo e muito cansado!
Fico com medo de estar...
Com esse mal estar
vivo a vagar
e não mais a navegar!
Estou sem prumo!
Sem um objetivo.
Preciso do indivíduo
para estar vivo e morto!
E onde esta a Fênix?
O futuro é incerto
disso estou certo!
Não sou esperto!
Não sou imortal
muito menos renasço das cinzas.
Como faço para não estar
em um jogo aberto?
Deixar de ser um alvo certo?
O silêncio assume o lugar.
Eu fico a procurar
uma lata para chutar
fazer barulho!
Já que estou no escuro!
É a luz o que busco!
A minha ou a do outro?
Não posso viver sem a minha!
Pois na cozinha
é ela que me alimenta!
Mas em muitos outros cômodos
ou em ambientes cômoros
que estou cômodo
é a do outro que me nutre!
E antes que leve um chute
por causa desses escritos
eu vou partir em meu fusca
que é devagar mas chega
em um lugar longe
onde fico só!
com o coração em pedaços
sofrendo e muito cansado!
Fico com medo de estar...
Com esse mal estar
vivo a vagar
e não mais a navegar!
Estou sem prumo!
Sem um objetivo.
Preciso do indivíduo
para estar vivo e morto!
E onde esta a Fênix?
O futuro é incerto
disso estou certo!
Não sou esperto!
Não sou imortal
muito menos renasço das cinzas.
Como faço para não estar
em um jogo aberto?
Deixar de ser um alvo certo?
O silêncio assume o lugar.
Eu fico a procurar
uma lata para chutar
fazer barulho!
Já que estou no escuro!
É a luz o que busco!
A minha ou a do outro?
Não posso viver sem a minha!
Pois na cozinha
é ela que me alimenta!
Mas em muitos outros cômodos
ou em ambientes cômoros
que estou cômodo
é a do outro que me nutre!
E antes que leve um chute
por causa desses escritos
eu vou partir em meu fusca
que é devagar mas chega
em um lugar longe
onde fico só!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
A flor!
Para ser bela
Precisa ser regada e adubada
Ser protegida!
Antes de tudo isso
Precisa ser descoberta.
Ela esta ali.
No imenso jardim da vida
Junto com outras milhares de flores.
Cada uma com a sua beleza.
Todos os tipos existem.
Mas, só uma é tão encantadora
A ponte de me hipinotizar!
As cores, formas, os cantos e perfumes juntos
Formando um conjunto de rara beleza!
O seu néctar é o suficiente para me nutrir
Por toda a vida!
Curiosidade e vontade de provar outros néctar existe.
Outros sabores.
Percebo que no novo
Não há o encanto
Já descoberto e vivido.
É raro encontra-la.
Mais ainda tê-la ao lado.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Ao pé do ouvido.
Sonhar!
Deitar a cabeça e se deixar levar!
Pensar em nada!
Sentir a vida diminuir o ritmo.
Passar do frenético para o atempotal.A areia da ampulheta some!
A fome que tenho em mim me devora.
Sentado vendo as paisagens
Sonho no dia em que nelas não haverão
As puras cores.
Só a bela mescla de um dia de Sol
De um dia de Chuva
Em meu caminhar!
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