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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

"Histórias Cruzadas".

Um filme, um recorte, uma visão foi o que me restou.

Foi tudo isso que vi nesta tarde; numa tarde que estava perdida, numa tarde de compromissos desmarcados ainda no primeiro tempo.

Eis aqui um preconceito que não feriu minha pele. Eis um preconceito que vejo minha mãe e irmão lutarem contra, que vejo minha irmã “deixar para lá” quando dá. Que muito ouvi papai comentar a respeito. Que sei que vó Paulo e vô Madá passaram na pele, porém, nunca os ouvi prosear a respeito.

Abaixar a cabeça, mudar de lugar, atravessar a rua, ser culpado graças ao tom da pele eram as notas que estavam na partitura da vida. Era? Vai saber. O que sei é que esse tom me fez quebrar as regras. Aqui está mais de um texto no mesmo dia. Um pequeno texto. Um texto que versa sobre algo que deveria estar preso no tempo. Deveria, pois se estivesse não estaria aqui, escrevendo e enxugando lágrimas.

Não passei por isso, não sou ativista, não quero mudar o mudo... então, o que quero com esse texto?


Continuar a minha caminhada, assim como Aibi, com lágrimas na cara, esperança no peito, lápis e papel; só isso. Continuar a caminhar e escrever acerca o que me faz ter esperança, o que me faz focar na parte bela da vida, assim como fez o criativo Guido em “A vida é Bela”. 

sábado, 20 de agosto de 2011

Um puta expurgo visionário pluralista sem lirismo!

Nem correndo, tão pouco devagar demais
num ritmo tranquilo.
Afinal, "criança não se estressa mamando no mamilo!" *

De repente, me dou conta que
uma fada ou uma bruxa me tocará com a sua varinha desmágica!

Pronto, FUDEU!

Foi-se embora o meu tempo!

Perdido como nos tempos de criança ao brincar feliz e perdida no parque sem neurose estou.
- Onde estão papai e mamãe? 
Daqui a pouco acho, penso eu e volto a brincar, mas...
- Onde está o parque? 
Me dou conta que agora já sou adulto.

Que tempo é esse que corre mais rápido que os ponteiros do relógio?
Angustiado, o expurgo é me sentar onde estou,
afinal ainda sou uma criança cercada do medo e a procura da sua mágia.
De todo o lirismo que a força me tiraram sem me dar conta.

Hoje é adulto, mas não quer ser.
- Não estou preparado!
- Meu filho, calma, você está sim!

Por um breve sopro ilusório de liberdade eu acreditei.
Um grande erro.
Essa liberdade limitada dos homens sapiens adultos eu não quero.
Não me serve!
Quero viver a liberdade livre e inocente das crianças.

Cercado de adultos que não enxergam mais as crianças tento ser uma.

- Me deixem ser criança. Me deixem ser eu! Não veem que eu sou eu e por isso não sou você?! Me deixem ir contra o fluxo. Me deixem ser Zaratrusta e voltar a andar em um ritmo tranquilo, sem neurose!

Adulto: foco; assentimental; racional; se adapta ao meio; não questiona, faz; instavelmente estável; procura respostas; não pode vacilar, tem que ser correto, coerente, conciso; limitado; acelerado para o compromisso, mas devagar para o lazer. Quer ter!

Criança: muitas coisas ao mesmo tempo; puro sentimento; sem medo de perguntar o que não sabe e/ou não entende; estavelmente instável; tem resposta para tudo, pois se não sabe, qual o problema de inventar? Ser livre? Fantasiar a vida? Quer ser!

Ao final percebo que não me deixarão voltar a ser criança outra vez.
Então vou ser o muleque sinistro das músicas de D2. 
Vou chegar colocando o pé na porta e me impor.
Agora é tarde, porque eu também quero essa boquinha de decidir!
Criança não decide nada, mas um muleque sinistro sim!
Então, vou a mescla entre o adulto e a criança!
Vou botar a cara! Com a cabeça boa e o coração na frente!
- Salve, salve simpatia!


* Sem neurose - Gabriel o Pensador e Itaal Shur.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Entre o céu e o inferno!

Nesse mundo de meu Deus
Qualquer um pode ser Deus!
Baste ter um boa oratória, chegar na hora
E pregar perto da escola!
Pois assim como o Diabo
Que se esconde atrás do armário
O menino pensa que é sábio!
E por isso mesmo quer ser Deus.
Pensa no que vai ganhar
E esquece o que tem que pagar
Para ocupar o cargo.
Que na Terra,
Todos pensam que esta vago.
Até o pobre diabo
Às vezes cai no conto do vigário
E quer sair do armário
Para ser o novo donatário.
O manda chuva.
Só que quem faz chover
Não é Deus.
É São Pedro.
O cargo não esta vago.
Este não!
E agora começa a confusão.
Tudo por causa da bendita
Interpretação!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ao pé do ouvido.

Sonhar!
Deitar a cabeça e se deixar levar!
Pensar em nada!
Sentir a vida diminuir o ritmo.
Passar do frenético para o atempotal.
A areia da ampulheta some!
A fome que tenho em mim me devora.
Sentado vendo as paisagens
Sonho no dia em que nelas não haverão
As puras cores.
Só a bela mescla de um dia de Sol
De um dia de Chuva 
Em meu caminhar!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Um dia de Aplicativo!

Todos gostam!
Todos querem!
Em um dia de sol,
Em qualquer estação,
Parar! Vadiar com quem se ama!
Fazer nada.
No verão,
Sentir uma bebida gelada na praia!
No outono,
Sentir a brisa leve no rosto!
No inverno,
Sentir a fina chuva sob o sol!
Na primavera,
Sentir a natureza crescer!

Vadiar!
Tempo para sentir o mundo e amar!
Tempo para viver!
Para ver e dar poesia as nossas vidas!
Liberdade para amar!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

LÁ LÁ RI!! LÁ LÁ RÁ!

O dia amanhece
E eu começo a cantar!
As flores a exalar
O perfume da vida!
Os pássaros sem perder o tom
Me acompanham na canção!
E assim eu sigo a vida
Com poesia no coração!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Amanhecer!!

Na cama conversando com Quintana,
Clariando a mente.
Acalmando o coração,
Senti, somente senti!!
Me deixei sentir!!